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Você Sabia?
 
 
21 Set
2015
 
05 dicas para emagrecer
Universo FemininoVocê Sabia?
 

Olá, tudo bem com vocês?

Separei abaixo algumas dicas que foram essenciais para o meu processo de emagrecimento. Espero que ajude vocês, assim como me ajudou!
01. Aumente a frequência de suas refeições: intervalos longos sem se alimentar originam a fome e dificulta o controle das refeições. Além disso, ficar muitas horas sem se alimentar desacelera o metabolismo e faz com que o organismo estoque gordura e gaste massa magra!
02. Evite dietas extremamente restritivas, o ideal é um plano alimentar que possa ser adequado aos seus gostos, hábitos e horários. Dietas malucas e mirabolantes são impossíveis de serem mantidas por muito tempo. A maioria das pessoas que conheço engordaram ainda mais após alguma "dieta milagrosa". Cuidado! 
03. Mude seus hábitos alimentares gradativamente. Adote uma alimentação que você possa sustentar, para que a mudança seja contínua. Não é preciso abolir completamente as coisas que você gosta de comer, basta ter equilíbrio. A mudança de hábitos alimentares não pode ser um sacrifício!
04. Incorpore novos costumes à sua alimentação: inclua frutas, sucos naturais, vegetais e diminua as frituras e alimentos industrializados.
05. Melhore seu comportamento à mesa: mastigue bem os alimentos, isso facilita a digestão.
Beijos.
 
Postado por: Cris Compagnoni
 
 
 
 
 
01 Set
2015
 
Tipos de sal
Você Sabia?
 

Aproveitando o post de ontem, e como algumas pessoas me perguntaram qual seria o melhor tipo de sal para o consumo, listarei abaixo alguns tipos, sendo que alguns deles ainda são pouco conhecidos. Com o intuito de tirar o sal refinado da minha despensa, troquei-o  pelo sal rosa do Himalaia desde o começo de 2014 e nunca mais comprei sal refinado! Não senti a mínima falta, na verdade, achei o sal rosa muito melhor para o meu paladar. Abaixo estão alguns dos tipos de sal e suas características.
 
REFINADO:
Chamado popularmente de sal de cozinha, ele é extraído da água do mar por meio de um processo de evaporação e, depois, refinado. Formado por cloreto de sódio (mistura de cloro e sódio), ele é muito usado no dia a dia como condimento, realçando o sabor dos alimentos, e também como conservante. De acordo com a legislação brasileira, é obrigatório incluir iodo ao sal. A medida tem como objetivo evitar que a população apresente deficiência desse mineral, responsável por prevenir problemas como bócio e cáries.
Em 1g de sal refinado há 400mg de sódio.
 
GROSSO:
Trata-se do produto bruto da cristalização da salmoura concentrada vinda da água do mar. Ao contrário do sal comum, ele só passa pelo processo de extração, ou seja, não é refinado. Por isso, seus grãos são grandes e disformes.
Ele pode ser moído ou utilizado em cristais mesmo (neste caso, é muito requisitado para temperar carnes para churrasco). Só é preciso tomar cuidado para não deixar a preparação muito salgada! Vale dizer que a composição química do sal grosso é a mesma do sal comum.
Em 1g de sal grosso há 400mg de sódio.
 
LIGHT:
Comparado ao sal comum, tem menor teor de sódio. É composto por 50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio. Ao contrário do que o nome sugere o condimento não é indicado para quem deseja emagrecer, e sim àqueles que têm restrição em relação ao consumo de sódio (como indivíduos com pressão alta).
Por outro lado, deve-se lembrar de que ele não é uma boa pedida para pessoas com problemas nos rins, já que o aumento da ingestão de potássio pode causar um acúmulo do mineral no organismo, elevando o risco de complicações cardiovasculares. De gosto mais amargo, pode ser utilizado da mesma forma que o sal comum. Apesar de ter menos sódio, cuidado para não exagerar nas pitadas!
Em 1g de sal light há 197mg de sódio.
 
ROSA DO HIMALAIA:
Está localizado aos pés do Himalaia, região que há milhões de anos foi banhada pelo mar. Considerado o mais antigo e puro dos sais marinhos, fica depositado a centenas de metros de profundidade. Tem quase metade de sódio encontrado no sal comum e é muito rico em minerais, possuindo mais de 80, tais como cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro.
Por causa desses compostos, os cristais ganham um tom rosado e um sabor com toque metálico agradável e suave. Pode ser empregado em carnes, aves e peixes, além de saladas e legumes. 
Em 1g de sal rosa do Himalaia há 230mg de sódio.
 
NEGRO:
Trata-se de um sal não refinado procedente da Índia. Por conta de compostos de enxofre presentes em sua composição tem um forte sabor sulfuroso. Outra coisa que chama a atenção é a cor cinza rosada, que evidencia sua origem vulcânica.
Além de compostos sulfurosos, o sal negro é formado por cloreto de sódio, cloreto de potássio e ferro. É indicado para temperar receitas com carne, aves e peixes e também costuma ser utilizado na finalização de pratos.
Em 1g de sal negro há 380mg de sódio.
 
HAVAIANO:
Essa variedade de sal não é refinada e tem uma coloração avermelhada por causa da presença de uma argila havaiana chamada Alaea, rica em dióxido de ferro. De sabor suave, pode ser acrescentada à várias receitas, como saladas, massas, grelhados e aves. Tem quase a mesma quantidade de sódio encontrada no sal comum. Portanto, cuidado!
Em 1g de sal Havaiano há 390mg de sódio.
 
MARINHO:
Comparando quimicamente, o sal refinado e o marinho, também chamado de sal Azul, são iguais, ou seja, ambos são formados por mais de 99% de sódio. A principal diferença entre eles está no formato dos grãos: enquanto o primeiro é refinado para passar pelo buraco do saleiro facilmente, o segundo passa por um refinamento mais rústico, resultando em grãos irregulares, mas não tanto quanto os do sal grosso.  Essa particularidade faz com que o sal marinho gere uma “explosão de sabor salgado” na língua.
Assim como o sal de mesa, ele pode temperar carnes, aves, peixes, verduras e legumes, realçando o sabor desses alimentos. Como a quantidade de sódio é alta, deve ser usado com muita moderação.
Em 1g de sal marinho há 420mg de sódio.
 
DEFUMADO:
Existem diversos tipos de sais defumados. O francês, por exemplo, é produzido com cristais de flor de sal. Os sais são defumados lentamente, em fumaça fria resultante da queima de ripas de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho Chardonnay. Já o dinamarquês é feito segundo a tradição Viking, isto é, após a evaporação da água do mar, o sal é seco em recipiente aberto sobre fogueira fumacenta feita com galhos de madeiras aromáticas, como carvalho e cerejeira.
Há ainda sais defumados de outros países, produzidos por defumação comum em fumeiros com madeiras. É possível também adicionar aromatizantes artificiais de fumaça e corantes de caramelo a cristais comuns de sal refinado ou grosso. No entanto, o sabor não fica tão delicado como o dos sais defumados de forma natural. Pode ser utilizado com carnes, peixes, saladas e também em coquetéis como o Bloody Mary.
Em 1g de sal defumado há 395mg de sódio.
 
ROSA DO PERU:
Tem como origem um oceano muito antigo que secou e ficou preso nos subterrâneos das montanhas no Vale Sagrado dos Incas. É colhido manualmente, tem um índice de umidade elevado, sua coloração é rosa clara e o sabor, forte. Quando comparado aos outros tipos de sal, é o que apresenta um dos menores teores de sódio.
Utilizado em um prato típico do Peru, o ceviche, também pode temperar aves, peixes, entre outras receitas.
Em 1g de sal Rosa do Peru há 250mg de sódio.
 
Fonte: saude.ig.com.br
 
Postado por: Cris Compagnoni
 
 
 
 
 
31 Ago
2015
 
O sal e o seu consumo
Você Sabia?
 

Olá, meus amores! Vejam que interessante essa matéria sobre o uso do sal no nosso dia a dia.

Muito se fala sobre o sal, há pessoas que se dizem contra a sua utilização nos alimentos e outras que se dizem a favor. Apesar do tema ser muito discutido, o sal não deve ser abolido da nossa alimentação, pois se trata da principal fonte de cloreto de sódio.

O sódio é um mineral importante, responsável pelo equilíbrio hídrico do corpo, participando de impulsos nervosos, contração muscular e transporte de moléculas entre nossas células. Contudo, o seu uso excessivo pode trazer malefícios à nossa saúde, como a elevação da pressão arterial, que pode ocasionar acidente vascular cerebral, insuficiência renal, doenças cardiovasculares, entre outras.

Percebe-se, assim, que o sal não é vilão, e sim, o seu uso além do recomendável, o que é muito comum entre os brasileiros. A Organização Mundial da Saúde aduz que a ingestão diária de sódio deve ser de 2 gramas, o que equivale a 5 gramas de sal de cozinha ou 5 colheres rasas de café. Porém, os brasileiros costumam consumir, em média, 12 gramas diariamente!

Muitas vezes não temos noção de quanto sódio ingerimos e isso dificulta o controle. Por exemplo, a quantidade de sódio encontrada em apenas uma porção de macarrão instantâneo com tempero é maior do que a recomendada para o consumo diário. Salgadinhos de milho e batata palha também possuem muito sódio. Portanto, o primeiro passo para reduzir o consumo de sal é ficar atento ao rótulo dos alimentos.

Além dos produtos industrializados conterem, geralmente, muito sal, a maioria das pessoas exagera no tempero dos alimentos. Tal hábito precisa ser modificado. O Brasil é um dos únicos, senão for o único país no mundo em que há sal nas mesas dos restaurantes. Está claro que viciamos nosso paladar.

O ideal é cozinhar os alimentos com pouco sal e optar por ervas naturais como temperos, por exemplo: orégano, manjericão, alecrim, salsinha, cebolinha, etc. Alho, cebola e limão também são ótimas opções para deixar as refeições saborosas

Eu me preocupo bastante com essa questão do sal, pois na minha familia os parentes mais próximos têm problemas de pressão alta, como meus avós, tios e pais. Meu pai foi diagnosticado com pressão alta com apenas 32 anos de idade! E ele era magro! Meu marido também foi dignosticado com pressão alta com apenas 30 anos de idade e também estava magro! Portanto, esqueçam o mito que a pressão alta está diretamente ligada à obesidade! Eu sempre fico atenta à quantidade de sódio nos alimentos, não me custa nada tentar evitar ou retardar um problema de saúde, não é mesmo?

 
Postado por: Cris Compagnoni
 
 
 
 
 
22 Out
2014
 
Frutas que aceleram o metabolismo
Você Sabia?
 

Olá, pessoal!

Todos nós sabemos como é improtante ingerir frutas no dia a dia, então porque não ingerir alguma fruta que ajuda a acelerar o metabolismo? Nada como unir o útil ao agradável, não é?

Vejam só os benefícios que as frutas abaixo oferecem tanto para a perda de peso quanto para o nosso organismo! 

  • Maçã – Rica em fibras e pectina, ajudar a regular os níveis de colesterol e proporciona saciedade.

  • Banana - Doce, saborosa e pouco calórica. Suas fibras aumentam a saciedade e estimulam o intestino a funcionar como um relógio.

  • Abacaxi - A enzima bromelina presente na fruta facilita a digestão, enquanto suas fibras aumentam a saciedade.

  • Melancia – Rica em fibras e água, causa uma sensação de satisfação mais intensa no nosso organismo.

  • Maracujá – Contém pectina, substância capaz de prolongar a sensação de saciedade e ainda impedir parte da absorção dos açucares e das gorduras pelo organismo.

  • Limão - É uma ótima fonte de ácido cítrico, substância que aumenta o pH do sangue e outros líquidos corporais, acelerando assim o nosso metabolismo.

Espero que gostem da dica!

Beijos!

 
Postado por: Cris Compagnoni
 
 
 
 
 
13 Mai
2014
 
Emagrecer sem dieta restritiva
Você Sabia?
 

Gostei tanto dessa entrevista, que achei bacana inserir no blog. A entrevista traduz exatamente a minha forma de pensar, pois consegui reduzir 06 centímetros de circunferência abdominal em 02 meses e meio sem dieta restritiva, apenas melhorando meus hábitos alimentares e me exercitando. Com dieta restritiva talvez eu tivesse perdido a mesma medida em menor tempo, mas para quê e para quem? Ainda, teria o risco de recuperar tudo depois, quiçá em dobro! Eu estou muito feliz dessa forma, pois não deixo de comer nada que eu queira. Eu prezo o prazer em comer. O segredo está no equilíbrio, para mim é o que está funcionando. Também não pretendo ter o corpo de "fulano" ou "beltrano", pois cada organismo é diferente, cada genética é única e cada objetivo é específico. Busco ter o corpo que me faça feliz e eleve a minha autoestima, para isso não preciso ficar igual a ninguém, basta eu estar feliz comigo mesma e com saúde, o mais importante.

Emagrecer sem dieta, sem cortar grupos alimentares e "celebrando a comida sem medo e sem culpa". Parece sonho, mas é o que defende a nutricionista. Para Sophie Deram, dietas só engordam a longo prazo.

 

Foto: Divulgação

Sophie é francesa e brasileira e pesquisa obesidade infantil, nutrigenômica, transtornos alimentares e neurociência do comportamento.

Sophie Deram não é uma nutricionista convencional. Para começar, ela é contra dietas. Para essa francesa e brasileira, doutora em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da USP, dietas restritivas só estressam o corpo e fazem o cérebro alterar o metabolismo e o apetite, fazendo você engordar ainda mais a longo prazo. Especialista em obesidade infantil e transtornos alimentares, Sophie, que também é chefe de cozinha, estuda neurociência e nutrigenômica - a ciência que mostra como os alimentos “conversam” com nossos genes. Ela defende uma forma libertadora de lidar com a comida: o “comer consciente”, que permite ter saúde e peso estável tendo prazer à mesa e comendo de tudo - até mesmo doces e fast food!

A senhora é uma nutricionista contra dietas?
Eu sou muito contra dieta (risos). E quanto mais eu estudo, mais fico contra. Uma das coisas que mais assusta e estressa o cérebro é fazer uma dieta muito restritiva. O cérebro a percebe como um grande perigo e vai desenvolver mecanismos de adaptação. Ele vai aumentar o seu apetite, diminuir seu metabolismo e deixar você mais obcecado por alimento. 

É por isso que tantos voltam a engordar?
A curto prazo, a dieta vai funcionar. Só que o cérebro vai desenvolver mecanismos de adaptação, vai ‘ligar’ os genes do apetite e do armazenamento de gordura. A ciência mostra que 90% a 95% das pessoas que fazem uma dieta muito restritiva voltam a engordar, não só tudo de novo, mas ainda mais. Pelo menos 30% de quem faz dieta engorda mais do que perdeu com ela. O interessante é que, depois de uma dieta, o apetite de uma pessoa aumenta por até um ano após ela ter voltado a comer normalmente. E o risco de desenvolver compulsão é até 18 vezes maior depois de uma dieta restritiva. Os maiores transtornos alimentares (como bulimia e anorexia) que a gente trata começaram com uma dieta.

Então, qual a solução?
Primeiro, não enxergar o peso como a causa do problema, para não trabalhar só sobre a consequência. É preciso entender porque você engordou. Pode ser emocional, por fazer dieta, por comer de maneira não muito saudável, pode ser um medicamento que você está tomando ou uma fase de vida – a menopausa e pré-menopausa, por exemplo, são momentos muito sensíveis para a mulher. 

O que é o “terrorismo nutricional” que a senhora afirma que vivemos?
Hoje estamos focando no alimento de um jeito muito simplificado: ou o alimento é bom ou é ruim. Esse engorda e aquele emagrece. Não existe isso. Nenhum alimento por si só vai fazer engordar ou emagrecer. Quando você só foca nas calorias e nos alimentos, você esquece de escutar o seu corpo. Você não responde mais à fome ou à saciedade. Você só responde com terrorismo ao que você está comendo. Comer vira uma coisa estressante. E uma culpa. 

Dá para acabar com essa culpa?
Uma das coisas que eu trabalho muito no consultório é recuperar a sensação de fome e saciedade e o comer sem culpa. Nosso corpo é totalmente habituado a todo tipo de alimento. Claro que algumas pessoas têm problemas ou alergias, e isso tem que ser tratado. Mas colocar uma população inteira sem açúcar, sem glúten ou sem lactose é uma loucura! O terrorismo é esse: cada vez mais as pessoas não sabem o que comer. Acham que controlando o que elas estão comendo vão emagrecer. Na verdade, estão cada vez mais estressadas e com maior risco de ganho de peso.

Mas há dietas restritivas famosas que cortam glúten ou proteína e dão certo. Também não são recomendadas?
Para uma pessoa que tem doença celíaca, eu vou recomendar uma dieta sem glúten. Mas para uma pessoa que está bem, só porque ela quer perder peso, isso afeta muito a sua relação com os alimentos. Vira um inferno. Tirar o glúten é uma coisa muito difícil, muito estressante. Claro que a pessoa vai perder peso, e é por isso que está na moda. Só que, infelizmente, isso só aumenta aquele terrorismo nutricional. Em geral, cortar um grupo alimentar não é adequado. Somos onívoros, ou seja, animais que comem de tudo. Quando você corta um grupo alimentar, você assusta o seu corpo. Ele vai desenvolver adaptações que podem fazer você engodar mais a longo prazo.

Por que é tão importante acabar com essa culpa ao comer?
Quando você está com muita culpa, sofrendo muito terrorismo nutricional, você pode engordar, porque está estressado, em desequilíbrio diante da alimentação. Isso pode afetar o cérebro e “ligar” genes que vão fazer você engordar mais. Mas é bom lembrar que tem obesos que comem superbem. É bom não fazer discriminação. Pode ser um estresse na vida que aciona um mecanismo de proteção. A gordura era uma proteção contra a falta de alimentos e o nosso cérebro ainda pensa assim. Se você estressa muito o seu corpo, se fica sem comer, se corta carboidrato, ele reage aumentando a produção de gordura. Quando você está comendo com prazer, sem culpa, você come menos porque vai ficar satisfeito e não engole a comida. E também vai ter uma digestão diferente do que se comer com rapidez, com culpa, com estresse. 

A senhora é contra os produtos light e diet?
Não sou contra. O que eu acho importante é mostrar que eles não são necessariamente interessantes para emagrecer. Para fazer produtos light e diet, a indústria fez uma troca. Tiraram parte da gordura, o que deixa ele sem gosto, e colocaram carboidratos. Açúcar, amido modificado, xarope de açúcar, todos esses carboidratos, dão bastante prazer no cérebro. A gordura tem 9 calorias por grama, mas o açúcar só 4. Então, o produto fica com menos calorias, mas não necessariamente mais interessante do ponto de vista da saciedade. E também pode ter um efeito diferente no metabolismo.

Então seria melhor comer algo que você goste em porções menores?
Na dúvida, o é melhor pegar o alimento mais ‘in natura’ possível. Não estou dizendo orgânico, estou dizendo mais natural. Em vez de comer o iogurte light ou diet de morando, por exemplo, a opção que eu acho mais saudável seria o iogurte natural junto com o morango e um pouquinho de açúcar. É um alimento mais verdadeiro.

Mas como, então, emagrecer? 
Primeiro, é preciso ter excesso de peso e nem todo mundo tem. Pessoas que estão com peso saudável e que querem emagrecer mais vão assustar o corpo. Essa preocupação de emagrecer é muito exagerada hoje. As pessoas estão muito focadas nisso. É “bom dia, você emagreceu” ou “você engordou”. Antes se falava do tempo! Uma pena. Mas uma pessoa que tem sobrepeso precisa saber que não há uma solução só. As dietas hoje dão a mesma solução para todo mundo. Isso não dá certo. Cada um tem um metabolismo, uma história, uma razão diferente para o sobrepeso. Mas uma dica interessante é essa: comer mais alimentos verdadeiros. 

Ou seja, menos industrializado.
Isso, menos industrializados. E não estou dizendo que sou contra alimentos industrializados. Sou engenheira agrônoma, trabalhei em indústria, e acho que eles ajudam muito no dia a dia. Mas, quando puder, cozinhe, prepare o prato em casa, coma alimentos que vêm da natureza e tente evitar essa preocupação de dieta. Isso está fazendo com que ninguém coma junto. Sei de pessoas que levam marmita para eventos sociais. A gente está cada vez mais com esse terrorismo da nutrição. Se você volta a comer alimentos verdadeiros, para os quais a gente foi adaptado, você não deveria ter essa preocupação de calorias, de engordar. O que você deveria ter é uma consciência maior de como está se sentindo. Estou com fome? Vou comer. Estou sem fome? Vou parar de comer! Alguém que está respondendo bem a essas perguntas chega a um peso saudável. É o que em inglês se chama “mindful eating”, o comer consciente. É um bom jeito de emagrecer de maneira suave e para a vida inteira. 

O comportamento alimentar é tão importante quanto o que se come?
O “mindful eating” é totalmente isso. Pesquisas com crianças mostram que se você cuidar mais do ambiente, sem falar do que ela está comendo, ela vai ter menos risco de engordar. Não é só o que você come. É também como você está comendo. Ter um comportamento adequado à fome é comer de maneira consciente. E se, ainda, você consegue comer com prazer e sem culpa, você será supersaudável. E comer com prazer não é comer com gula. É diferente. Não é liberar tudo. É comer devagar, o alimento que você gosta, saboreando e sem estresse. 

Comer fora é mais difícil...
Na rua, a tentação é grande. Então também temos que comer devagar para perceber quando estamos satisfeitos. E quando isso acontecer antes do fim do prato, não precisa comer a porção inteira. Escute o corpo. Não é só porque está pagando um preço fixo, numa churrascaria, que você tem que se entupir de comida. Aproveite o momento com os amigos, converse, sinta o alimento. Não existe nenhum alimento ruim. O que existe são alimentos mais interessantes do que outros.

Hoje, muita gente se diz viciada em doces e fast food. Como elas podem comer de forma mais saudável?
Primeiro, se conscientizar de que esse vício é real. Esses alimentos focam no nosso cérebro e podem viciar mesmo. Mas é possível mudar. Não fazendo dieta restritiva. O que eu aconselho é incluir, cada vez mais, alimentos verdadeiros. Eu nunca retiro alimentos de ninguém porque isso é muito frustrante. O que trabalho é uma atitude positiva. Pode comer de tudo, mas inclua mais legumes, mais arroz, mais feijão. Tome mais água, evite o excesso de bebidas doces, tanto refrigerantes quanto sucos. E aí a pessoa, sozinha, consegue se livrar desse vício. Tenho pacientes adolescentes que saíram da obesidade sem deixar de ir ao Mc Donald’s com os amigos. Isso faz parte da vida do adolescente. É um erro tirar isso dele. Mas quando você inclui os alimentos verdadeiros, automaticamente, você vai comer menos dos outros.

Fonte: Gazeta Online

Site da nutricionista: sophiederam.com
 
Postado por: Cris Compagnoni
 
 
 
 
 
07 Mai
2014
 
A importância do arroz com feijão
Você Sabia?
 

Abaixo o mito que arroz com feijão engorda! Pelo contrário, a junção de ambos ajuda a emagrecer! Colocá-los no cardápio elimina mais quilos do que muitas dietas pobres em calorias! E eu senti isso na pele, ou melhor, no corpo! 

Antes de ir à nutricionista, eu estava fazendo uma dieta hipocalórica, ou seja, ingeria cerca de metade das calorias necessárias para o meu organismo por dia, mas eu não conseguia emagrecer! Almoçava alface e grelhado e achava que estava arrasando! Descobri que esse tipo de dieta não funcionava, pois meu organismo estava estocando gordura como fonte de energia, já que eu não fornecia energia suficiente via alimentação! Quando a nutricionista me assegurou que eu posso e devo inger arroz com feijão, inclusive no jantar, eu fiquei em estado de graça! Resolvi por em prática o que a nutricionista me recomendou e deu super certo!

O arroz com feijão, quando conjugados, prolongam a saciedade. Isso acontece porque, enquanto o arroz despeja açúcar na corrente sanguínea, o feijão controla esse açúcar, fazendo com que essa combinação tenha um índice glicêmico baixo. Além disso, o arroz é rico em um aminoácido chamado metionina e o feijão é rico em um aminoácido chamado lisina. Ambos os aminoácios, em conjunto, foram uma proteína altamente poderosa que mata a fome e acelera o metabolismo! Eu perdi 6 cm de circunferência abdominal desde fevereiro deste ano, sendo que tripliquei meu consumo da dupla arroz com feijão. Digo tripliquei, pois eu não consumia quase nada no último ano. A nutricionista fez um plano alimentar que eu estou seguindo. Recomendo que consulte um nutricionista também, pois cada organismo tem suas peculiaridades.

Tenho evitado o consumo de arroz branco, pois o arroz integral possui mais fibras, vitaminas e minerais, sendo que apresenta menor índice glicêmico em comparação com o arroz branco. Farei uma pesquisa  e publicarei um post nos próximos dias sobre sobre as diferenças dos tipos de arroz e dos tipos de feijão.

 
Postado por: Cris Compagnoni
 
 
 
 
 
 
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