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28 Set
2015
 
Aeróbio em jejum: vale a pena?
Cardápios e treinos
 
 
Olá, pessoal! Várias pessoas falam sobre o aeróbio em jejum, conheço alguns adeptos, porém, particularmente, nunca gostei desta prática, prefiro me alimentar antes de treinar e ter energia para não ter risco de passar mal.
 
Como essa questão do aeróbio em jejum é bastante controversa, pedi para o personal Luccas de Farias, do parceiro Stouts, esclarecer alguns pontos sobre o aeróbio em jejum. Segue a explicação dele sobre este tema:
 
Para quem está perdido e não sabe do que estamos falando, diz-se por aí que praticar exercícios de resistência aeróbia em jejum (AEJ) pode “queimar” mais gordura. Vamos com cuidado.
 
Em relação às maiores lipólise e oxidação lipídica (“quebra” e “queima” de gordura), o AEJ pode SIM ser mais vantajoso que o mesmo exercício de resistência feito em condição alimentada.
 
Pela ótica da endocrinologia, faz bastante sentido isso. Após uma refeição com carboidratos e proteínas, secretamos insulina na circulação sanguínea, um hormônio pancreático. A insulina tem diferentes ações pelo corpo, e uma delas é a inibição da lipólise no tecido adiposo. Quando estamos sem nos alimentar por um tempo prolongado (jejum), os níveis sanguíneos de insulina são baixos, bem como sua ação inibitória sobre a lipólise, permitindo que nossas enzimas “trabalhem com força total” na quebra e queima de gordura dos estoques corporais (“banha”) que tanto queremos nos livrar.
 
Essa vantagem de condição jejum sobre condição alimentado, no entanto, parece acontecer quando a intensidade do exercício é leve à moderada (< 75% do VO2 máximo), quando o catabolismo lipídico tem sua maior taxa em relação a outros substratos energéticos (carboidratos e proteínas).
 
Pensando que teríamos uns graminhas de gordura a mais indo embora com a utilização de AEJ, poderíamos “vestir essa camisa para nunca mais tirar”, mas não é bem assim. As duas condições (alimentado x jejum) são dispendiosas e a diferença entre elas é pequena. O que irá determinar a alteração da composição corporal, de fato, é a aderência consistente a uma prática que seja o mínimo agradável/prazerosa. Portanto, se AEJ for uma prática torturante, vale mais ir da prática convencional.
 
O AEJ pode ser uma opção viável para quem tem pouco tempo entre se alimentar e treinar; ou para quem tem um esvaziamento gástrico muito lento, se sente saciado por muito tempo depois de uma refeição; etc. Já para aqueles que têm medo de perder um miligrama da massa muscular conquistada tão arduamente, o AEJ pode ser uma opção não tão interessante, já que – ligeiramente – estimula os processos bioquímicos de quebra das proteínas musculares e oxidação de seus aminoácidos para fins energético.
 
Qualquer dúvida, pode entrar em contato!
 
Instagram: stouts.fitness
Facebook: https://www.facebook.com/StoutS-1407660409496289/timeline/?ref=ts
 
Postado por: Cris Compagnoni
 
 
 
 
 
 
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