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01 Set
2015
 
Tipos de sal
Você Sabia?
 

Aproveitando o post de ontem, e como algumas pessoas me perguntaram qual seria o melhor tipo de sal para o consumo, listarei abaixo alguns tipos, sendo que alguns deles ainda são pouco conhecidos. Com o intuito de tirar o sal refinado da minha despensa, troquei-o  pelo sal rosa do Himalaia desde o começo de 2014 e nunca mais comprei sal refinado! Não senti a mínima falta, na verdade, achei o sal rosa muito melhor para o meu paladar. Abaixo estão alguns dos tipos de sal e suas características.
 
REFINADO:
Chamado popularmente de sal de cozinha, ele é extraído da água do mar por meio de um processo de evaporação e, depois, refinado. Formado por cloreto de sódio (mistura de cloro e sódio), ele é muito usado no dia a dia como condimento, realçando o sabor dos alimentos, e também como conservante. De acordo com a legislação brasileira, é obrigatório incluir iodo ao sal. A medida tem como objetivo evitar que a população apresente deficiência desse mineral, responsável por prevenir problemas como bócio e cáries.
Em 1g de sal refinado há 400mg de sódio.
 
GROSSO:
Trata-se do produto bruto da cristalização da salmoura concentrada vinda da água do mar. Ao contrário do sal comum, ele só passa pelo processo de extração, ou seja, não é refinado. Por isso, seus grãos são grandes e disformes.
Ele pode ser moído ou utilizado em cristais mesmo (neste caso, é muito requisitado para temperar carnes para churrasco). Só é preciso tomar cuidado para não deixar a preparação muito salgada! Vale dizer que a composição química do sal grosso é a mesma do sal comum.
Em 1g de sal grosso há 400mg de sódio.
 
LIGHT:
Comparado ao sal comum, tem menor teor de sódio. É composto por 50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio. Ao contrário do que o nome sugere o condimento não é indicado para quem deseja emagrecer, e sim àqueles que têm restrição em relação ao consumo de sódio (como indivíduos com pressão alta).
Por outro lado, deve-se lembrar de que ele não é uma boa pedida para pessoas com problemas nos rins, já que o aumento da ingestão de potássio pode causar um acúmulo do mineral no organismo, elevando o risco de complicações cardiovasculares. De gosto mais amargo, pode ser utilizado da mesma forma que o sal comum. Apesar de ter menos sódio, cuidado para não exagerar nas pitadas!
Em 1g de sal light há 197mg de sódio.
 
ROSA DO HIMALAIA:
Está localizado aos pés do Himalaia, região que há milhões de anos foi banhada pelo mar. Considerado o mais antigo e puro dos sais marinhos, fica depositado a centenas de metros de profundidade. Tem quase metade de sódio encontrado no sal comum e é muito rico em minerais, possuindo mais de 80, tais como cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro.
Por causa desses compostos, os cristais ganham um tom rosado e um sabor com toque metálico agradável e suave. Pode ser empregado em carnes, aves e peixes, além de saladas e legumes. 
Em 1g de sal rosa do Himalaia há 230mg de sódio.
 
NEGRO:
Trata-se de um sal não refinado procedente da Índia. Por conta de compostos de enxofre presentes em sua composição tem um forte sabor sulfuroso. Outra coisa que chama a atenção é a cor cinza rosada, que evidencia sua origem vulcânica.
Além de compostos sulfurosos, o sal negro é formado por cloreto de sódio, cloreto de potássio e ferro. É indicado para temperar receitas com carne, aves e peixes e também costuma ser utilizado na finalização de pratos.
Em 1g de sal negro há 380mg de sódio.
 
HAVAIANO:
Essa variedade de sal não é refinada e tem uma coloração avermelhada por causa da presença de uma argila havaiana chamada Alaea, rica em dióxido de ferro. De sabor suave, pode ser acrescentada à várias receitas, como saladas, massas, grelhados e aves. Tem quase a mesma quantidade de sódio encontrada no sal comum. Portanto, cuidado!
Em 1g de sal Havaiano há 390mg de sódio.
 
MARINHO:
Comparando quimicamente, o sal refinado e o marinho, também chamado de sal Azul, são iguais, ou seja, ambos são formados por mais de 99% de sódio. A principal diferença entre eles está no formato dos grãos: enquanto o primeiro é refinado para passar pelo buraco do saleiro facilmente, o segundo passa por um refinamento mais rústico, resultando em grãos irregulares, mas não tanto quanto os do sal grosso.  Essa particularidade faz com que o sal marinho gere uma “explosão de sabor salgado” na língua.
Assim como o sal de mesa, ele pode temperar carnes, aves, peixes, verduras e legumes, realçando o sabor desses alimentos. Como a quantidade de sódio é alta, deve ser usado com muita moderação.
Em 1g de sal marinho há 420mg de sódio.
 
DEFUMADO:
Existem diversos tipos de sais defumados. O francês, por exemplo, é produzido com cristais de flor de sal. Os sais são defumados lentamente, em fumaça fria resultante da queima de ripas de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho Chardonnay. Já o dinamarquês é feito segundo a tradição Viking, isto é, após a evaporação da água do mar, o sal é seco em recipiente aberto sobre fogueira fumacenta feita com galhos de madeiras aromáticas, como carvalho e cerejeira.
Há ainda sais defumados de outros países, produzidos por defumação comum em fumeiros com madeiras. É possível também adicionar aromatizantes artificiais de fumaça e corantes de caramelo a cristais comuns de sal refinado ou grosso. No entanto, o sabor não fica tão delicado como o dos sais defumados de forma natural. Pode ser utilizado com carnes, peixes, saladas e também em coquetéis como o Bloody Mary.
Em 1g de sal defumado há 395mg de sódio.
 
ROSA DO PERU:
Tem como origem um oceano muito antigo que secou e ficou preso nos subterrâneos das montanhas no Vale Sagrado dos Incas. É colhido manualmente, tem um índice de umidade elevado, sua coloração é rosa clara e o sabor, forte. Quando comparado aos outros tipos de sal, é o que apresenta um dos menores teores de sódio.
Utilizado em um prato típico do Peru, o ceviche, também pode temperar aves, peixes, entre outras receitas.
Em 1g de sal Rosa do Peru há 250mg de sódio.
 
Fonte: saude.ig.com.br
 
Postado por: Cris Compagnoni
 
 
 
 
 
31 Ago
2015
 
O sal e o seu consumo
Você Sabia?
 

Olá, meus amores! Vejam que interessante essa matéria sobre o uso do sal no nosso dia a dia.

Muito se fala sobre o sal, há pessoas que se dizem contra a sua utilização nos alimentos e outras que se dizem a favor. Apesar do tema ser muito discutido, o sal não deve ser abolido da nossa alimentação, pois se trata da principal fonte de cloreto de sódio.

O sódio é um mineral importante, responsável pelo equilíbrio hídrico do corpo, participando de impulsos nervosos, contração muscular e transporte de moléculas entre nossas células. Contudo, o seu uso excessivo pode trazer malefícios à nossa saúde, como a elevação da pressão arterial, que pode ocasionar acidente vascular cerebral, insuficiência renal, doenças cardiovasculares, entre outras.

Percebe-se, assim, que o sal não é vilão, e sim, o seu uso além do recomendável, o que é muito comum entre os brasileiros. A Organização Mundial da Saúde aduz que a ingestão diária de sódio deve ser de 2 gramas, o que equivale a 5 gramas de sal de cozinha ou 5 colheres rasas de café. Porém, os brasileiros costumam consumir, em média, 12 gramas diariamente!

Muitas vezes não temos noção de quanto sódio ingerimos e isso dificulta o controle. Por exemplo, a quantidade de sódio encontrada em apenas uma porção de macarrão instantâneo com tempero é maior do que a recomendada para o consumo diário. Salgadinhos de milho e batata palha também possuem muito sódio. Portanto, o primeiro passo para reduzir o consumo de sal é ficar atento ao rótulo dos alimentos.

Além dos produtos industrializados conterem, geralmente, muito sal, a maioria das pessoas exagera no tempero dos alimentos. Tal hábito precisa ser modificado. O Brasil é um dos únicos, senão for o único país no mundo em que há sal nas mesas dos restaurantes. Está claro que viciamos nosso paladar.

O ideal é cozinhar os alimentos com pouco sal e optar por ervas naturais como temperos, por exemplo: orégano, manjericão, alecrim, salsinha, cebolinha, etc. Alho, cebola e limão também são ótimas opções para deixar as refeições saborosas

Eu me preocupo bastante com essa questão do sal, pois na minha familia os parentes mais próximos têm problemas de pressão alta, como meus avós, tios e pais. Meu pai foi diagnosticado com pressão alta com apenas 32 anos de idade! E ele era magro! Meu marido também foi dignosticado com pressão alta com apenas 30 anos de idade e também estava magro! Portanto, esqueçam o mito que a pressão alta está diretamente ligada à obesidade! Eu sempre fico atenta à quantidade de sódio nos alimentos, não me custa nada tentar evitar ou retardar um problema de saúde, não é mesmo?

 
Postado por: Cris Compagnoni
 
 
 
 
 
 
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